O blog como ferramenta de desabafo!

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Olá,

Sempre quis escrever sobre minha experiência ao vivenciar minha sexualidade controversa ao socialmente compreendido como natural,  ou seja, sou gay, num mundo hétero!

Ainda pior, sou gay, num mundo hétero, e de base evangélica tradicional.

Por viver silenciosamente essa sexualidade controversa e sem ter com quem falar sobre o assunto sem me sentir discriminado, julgado, culpado, sempre pensei numa maneira de externar isso ao público para que todos pudessem compreender como se dá esse processo do ser gay. Lutar contra todos, contra a maioria, contra a sociedade e a igreja, apenas para poder viver o que de mais natural acontece a todo ser humano: amar.

Pensei em escrever um livro, mas teria que assumir publicamente tudo que escrevi. Pensei em usar um pseudônimo, mas para publicar, teria que aparecer, pedir que lessem o material, sair do armário para um editor, revisor de texto, produtor, comunicador, e todos que fizessem parte da cadeia de produção de um livro.

Com o advento da internet, os blogs facilitaram muito a publicação de qualquer coisa. Hoje, vídeos, músicas, powerpoints, textos, e qualquer outra coisa pode ser pubicada na rede, de uma maneira democrática, aberta a qualquer público.

Minha intenção aqui, é simplesmente usar esse espaço como local de desabafo. Espero estar contribuindo para que outras pessoas que vivem o mesmo que eu possam encontrar aqui nesse blog, também seu espaço de desabafo.

Ficarei muito feliz em ouvir a sua história aqui também.

Obviamente, Júnior não é o meu nome, e o email publicado aqui (se é que está publicado) são fake. Como sou novato nessa história de blog, não pretendo fazer um blog interativo com fotos, vídeos, imagens, etc. Até porque não tenho a menor paciência com essas interativiades.

Sejam bem vindos!

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Grupo Sertanejo lança clipe com história gay

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Olá,  

Recebi, por email, a sugestão desse vídeo. Segue:GRUPO SERTANEJO LANÇA CLIPE COM HISTÓRIA GAY:

https://youtu.be/ApNeE79u5N4

Abraço,

Jr

A conversa mais difícil

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Olá pessoal,

Andei bastante ausente do blog! Faz mas de um ano!!

Muito trabalho, poucas ideias e a sensação de que estaria torando isso aqui um muro de lamentações. Meu objetivo não é tornar o assunto mais pesado do que ele já é. Por outro lado, ficar pensando um tema para escrever, me faz ter essa ideia. Mas, fiquei muito surpreso, quando vi, depois de um ano, a quantidade de comentários que tive ao longo desse tempo em que fiquei ausente. E, mais que a quantidade, me surpreendi com o número de pessoas vivendo histórias semelhantes à minha. Fiquei pensando no quanto o blog pode contribuir para ajudar as pessoas. Me assustei. Não sou exemplo para ninguém. Não quero essa responsabilidade. Mas, de alguma forma, isso me deu vontade de escrever de novo. E… dessa vez, quero compartilhar o momento em que meus pais souberam que sou gay.

Em todo o meu processo de auto aceitação, o meu maior medo era que eles descobrissem. Me escondi e vivi me isolando por medo de que sofressem, de que me expulsassem de casa, me excluíssem de seu convívio. O simples pensar na possibilidade de vê-los sofrer por minha causa, já me deixava muito mal, emocionalmente.

Mas, Deus sabe a hora certa e o jeito certo. E assim foi.

Já estava maduro o suficiente para aguentar as possíveis consequências, e, obviamente, Ele sabe disso. De fato, já vivo longe deles há 15 anos. Saí de casa para construir minha carreira e minha vida. O motivo maior, obviamente, foi a busca por ser independente, para me prevenir, caso me mandassem embora. Mas, acabou que me isolei, me ausentei, e… já estava sozinho há muito tempo. Mesmo que eles não soubessem, eu já estava agindo como se soubessem e o pior, como se já tivessem me expulsado de casa. Mas, Deus é maravilhoso e fez tudo tão inusitado, e a reação deles tão diferente do que imaginei, que, se soubesse antes, eu teria contado há mais tempo.

Mas, bem, vamos ao que interessa. No carnaval de 2014, decidi viajar com meus pais. Em dado momento, minha mãe me joga essa frase: “Mãe conhece filho. Tem coisas sobre os filhos, que o filho nem precisa contar, que a mãe já sabe”. E eu pensei comigo… “Fodeu… ela já sabe de tudo”! Mas, eu não estava a fim de encarar essa e deixei passar.

O tempo passou e meses depois ela me mandou umas mensagens pelo whatsapp em um domingo cedo, pela manhã: “Meu filho… Há muito tempo que eu quero conversar com você, mas não sabia como abordar”. Ao ler essa mensagem, meu coração apertou e veio à boca! Ela continuava escrevendo….

Dizia: “Desculpe falar pelo whatsapp. Esse não é o tipo de conversa para se falar por mensagem, mas não sei como falar e escrever pode ajudar”. E contou uma série de fatos, que alguém tinha contado para ela, com exemplos de situações que eu realmente tinha vivido. Não vem ao caso quem contou e o porquê. São histórias familiares, que não vão contribuir para o relato.

Depois que ela terminou de contar, eu fiquei em silêncio. A ficha não tinha caído. Estava apavorado. Não sabia como agir. Minha cabeça girava. Pensava rápido e não sabia o que responder. Comecei a chorar. O grande dia chegou. Agora, ela sabia. E agora? O que falar? O que dizer? Negar? Assumir?

Ela, então, perguntou: “Você não vai dizer nada?” E eu respirei fundo e disse. “Mãe, você quer que eu diga o que? Você tem fatos, histórias, desconfianças, e tudo mais. O que quer que eu diga? Sim? Quer ouvir de mim? Ok, se é isso que você precisa, sim, eu sou gay!”

Chorava muito! Graças a Deus, tudo isso aconteceu, por mensagem! Ela me disse: “Filho, eu te amo! Eu nunca vou deixar de te amar! É lógico que nenhuma mãe planeja ter um filho gay. Eu não entendo, mas, te aceito como você é!”

Eu chorei demais, agradeci a ela, pelas palavras. Conversamos bastante e hoje, me sinto livre. Respiro melhor e vivo mais tranquilo. O mundo não pesa mais em minhas costas. A sensação de ser eu mesmo é indescritível.

Agora, eu não me escondo mais. Não levanto bandeira, nem fico falando para os 4 ventos que sou gay. Mas, me sinto mais livre para viver minha sexualidade. Agora, eu posso ser eu mesmo, sem máscaras. Sem me esconder, sem medo.

Sempre ouvi, que assumir era a coisa melhor que eu poderia fazer, e sempre neguei, porque sempre achei que ninguém me aceitaria. Na verdade, eu não me aceitava, e transferia isso para os outros.

É como eu disse; não quero ser exemplo para ninguém. Cada um sabe das suas dificuldades. Aqui é meu espaço para compartilhar minhas experiências. Espero que você que está lendo esse texto, construa a sua própria experiência e que você seja feliz!

Um abraço,

Jr.

Apenas mais um desabafo!

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Olá a todos!

Tenho andado muito distante do blog. Ando meio de saco cheio dos temas gays. Ando sem ideias para escrever. Desacreditado das coisas, e não queria tornar esse blog um muro das minhas lamentações.

Hoje, eu andei fazendo algumas reflexões, que me deixaram meio emotivo. Já chorei assistindo “Somos tão jovens”.

As músicas do Legião fizeram e ainda fazem parte da minha vida. Na adolescência, elas faziam muito sentido com as coisas que eu vivia. A música “O mundo anda tão complicado” é tudo que eu sempre quis para o meu relacionamento ideal. Sempre ouço essa música imaginando minha vida a dois.

Uma das reflexões que fiz hoje tem a ver com o relacionamento. Ando buscando conhecer pessoas interessantes. Querendo, desejando, olhando nas ruas, nas redes sociais. Mas, é aquilo, quanto mais se busca, menos se acha.

Mas, a pergunta que fica na minha cabeça é: o que eu to fazendo de errado? Tenho conhecido caras interessantes. Mas, não acontece um segundo encontro. Na maioria das vezes, nem fico com o cara. Fico apenas no papo. E depois, desejando que aconteça algo a mais. 

Me irrita essa cultura gay do sumiço. O cara não quer mais nada contigo, não tem a coragem de dizer que não te curtiu, que não bateu, sei lá. Fica o vácuo e o sumiço. Você nunca sabe o que, de fato, está acontecendo. Se o cara está ocupado, com alguma situação importante, ou, simplesmente, não quer mais te atender.

Odeio fazer a linha chato, que fica atrás, enviando mensagem, ligando. Se ligo, e não sou atendido, tento mais uma ou duas vezes, com intervalos grandes, na esperança que a pessoa vá retornar. Se não há um retorno, envio um sms meio que definindo que realmente não vai haver mais nada e me despeço educadamente.

Falta educação nas pessoas. Hombridade, caráter. O Hedonismo impera. E os caras se valem da beleza externa, como se isso os autorizasse a ser mau educados.

Enfim, estou super recalcado, porque, mais uma vez, conheci alguém bacana. Saimos, almoçamos, nos falamos durante toda a semana por telefone e mensagens. Não aconteceu nada além de um ótimo papo. Marcamos um novo encontro, que foi desmarcado em cima da hora. No dia seguinte, recebi uma ligação de pedido de desculpas, e a frase: “a gente vai se falando…” E…. sumiço.

Fico me perguntando…. o que eu fiz? O que não fiz? Será que sou tão desinteressante assim? Será que estou tão desesperado que passo isso para o outro? Caraca! Me odeio só de pensar que possa estar nesse nível de desespero.

Caraca….. (nesse caraca, estão embutidas tantas coisas, que não quero escrever….)

Enfim, to desabafando mesmo. To de saco cheio de viver sozinho. Quero amar e ser amado. E eu não acho que isso seja pedir demais!

Um abraço,

 

Jr.

Amores Fugazes

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Olá,

Antes de falar sobre o tema desse post, queria agradecer aos que entraram em contato me incentivando a continuar, dando suas opiniões.

Estou pensando em copiar a ideia do “Porta dos Fundos”, que fixou dias específicos para a postagem dos seus vídeos. Não tenho a pretensão de criar um aplicativo par ao blog, risos!, mas penso que, dessa forma, eu estaria me disciplinando a escrever, e manteria o blog vivo, respeitando a todos que escrevem, leem e acompanham. Ainda vou amadurecer essa ideia e mantenho todos informados por aqui.

Outro informe que queria passar é que alguns podem ter medo de comentar, porque o blog exige que se coloque o email na hora da postagem. Gostaria de dizer que o email não é divulgado junto com o post. Somente eu tenho acesso, e, mesmo assim, só faço contato, quando devidamente autorizado pelo autor do comentário, ou quando solicitado, ok?

Bem, falando sobre o tema, hoje, eu passei um dia muito gostoso na praia, com um amigo gay que fiz recentemente. A coisa teve inicio por um interesse sexual, como já aconteceu com tantos outros. Nunca nem nos beijamos, mas acabamos ficando amigos. Ele é super alegre para cima, e nós nos divertimos muito, porque brincamos com essa situação do ser gay, alguns esteriótipos, e algumas atitudes que fazem parte da cultura gay.

Com ele eu posso exprimir o que penso, porque sei que ele não vai se ofender e nem vai me julgar ou considerar preconceituoso. Acho horrível, quando digo que não curto a noite gls e ouço que preciso de terapia para me aceitar. Não concordo que precise me aceitar para ir a uma boite gay.

Somente penso que existem lugares nos quais nos sentimos bem ou não. Vou dar outro exemplo. Sou carioca da gema. Mas, não frequento a Lapa. Somente pelo fato de eu não curto Samba, nem a cultura do samba, cerveja e do malandro carioca. Odeio a maneira despojada e displicente que tenho visto, por exemplo, nos atendimentos em lojas, restaurantes, e prestadores de serviços. E isso não significa que eu seja preconceituoso, ou precise de terapia para me aceitar carioca.

Apenas, não concordo com essa maneira de agir e não curto a cultura. Ponto!

Mas, enfim, dentro dessa ideia, hoje discutia com esse meu amigo, o porquê o gay não se apega. Porque não pode ser natural conhecer um cara, se apaixonar por ele, namorar e casar? O que mais tenho visto são pessoas infelizes, que dizem buscar um relacionamento sério, mas que estão na “putaria”.

Discuti isso com outros caras, com quem tenho conversado num aplicativo, que, recentemente descobri, chamado Grindr.

Me cadastrei no aplicativo, inicialmente, achando que poderia ser diferente. Mas, tenho visto que é tudo a mesma coisa. Pessoas com corpos esculturais, sem rosto, com fotos de paisagens, se escondendo, com exigências absurdas em seus perfis, e que, no final, parecem que gostam de colecionar fotos e whats app, pois assim que você envia a foto e o whats app, simplesmente somem, te bloqueiam e nunca fazem contato.

Por que é tão difícil?

Penso em algumas coisas, mas não quero aqui, defender que essa seja a verdade absoluta, pois não sou estudioso do tema. O que vejo em primeiro lugar é uma cultura do corpo perfeito. Todos são saradíssimos, lindíssimos, e procuram iguais. Cadê o povo normal, que não vai à academia?

Depois, ninguém mais curte os pelos do corpo. Claro, que há os “bears” (ursos!), que são peludos, não necessariamente gordos, mas vejo que são a maioria. Mas, são um grupo à parte. A maioria se depila, ou apara os pelos.

Em primeiro lugar, os pelos tem uma função biológica. Estão ali para cumprir uma função fisiológica. A parte negativa é que produzem suor e odor. Mas, macho é assim!

Além disso, penso que a oferta é grande demais, sendo assim, o preço cai. Fazendo um paralelo com as leis de mercado, quanto maior a oferta, menor o preço, ou seja, quanto maior a oferta, mais fácil as pessoas desistem de investir, de conquistar. Não vejo o interesse em construir algo juntos.

Estamos vivendo uma cultura fútil, frívola, fugaz. (traduzindo, para os menos letrados: uma cultura sem conteúdo profundo, por consequência frágil, e passageira.) E isso não se concentra apenas nos relacionamentos gays não. As pessoas, em geral, querem encontrar um príncipe, ou princesa encantadas.

Não estamos interessados, em construir, conhecer, suportar, discutir, fazer dar certo, na grande maioria das vezes. Como é fácil encontrar alguém, (grande oferta), se algo não é bacana, não vai bem ou não está legal, as pessoas simplesmente somem! Não existe um espaço para uma conversa, exposição de motivos, e a colocação de um ponto final num encontro ou qualquer outra coisa que seja.

Parece uma grande exposição de matéria sem valor. Descartável. E, desrespeitável. Eu considero desumano, pois a outra pessoa é um ser humano, com sentimentos. E fica no vácuo! Não sabe se errou, onde errou e onde pode melhorar.

Onde está a educação? Onde está o respeito? Onde está a consideração pelo ser humano?

Esse comportamento me remete ao mais primitivo dos instintos animais, que se interessa apenas em satisfazer seus desejos e espalhar sua carga genética. Só tem um detalhe. Ainda não é possível engravidar um homem!

E outra… que merda de DNA corrompido é esse? Ainda bem que não pode ser replicado! Mas, a cultura, tem se perpetuado.

Esse meu amigo me dizia: “É assim!” E eu disse. Nós podemos fazer diferente. Nós temos o poder da escolha.

Mas, quem realmente quer?

Uma frase do filme “O Todo Poderoso”, com Morghan Freeman é a tradução exata para isso. O Jim Carrey, com os poderes de Deus autoriza a todos os pedidos recebidos nas orações, porque não dá conta de ler todas as petições e julgar cada uma delas. E causa o caos no mundo. E “Deus”, Morghan Freeman, vem e pergunta porque ele tinha feito aquilo e ele diz que achava que dizendo sim, estaria ajudando. Então “Deus” pergunta: “E desde quando o ser humano sabe o que quer?”

É isso! Será que sabemos o que queremos, “Mário Alberto”? Para quem viu o vídeo do “Porta dos Fundos”, é engraçado, mas reflete a realidade…. se você não viu, segue o link: (https://www.google.com.br/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=1&cad=rja&ved=0CC0QtwIwAA&url=http%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fwatch%3Fv%3D6EYmKAs7mzc&ei=nTCNUtqNGYjgsATc1YH4Dg&usg=AFQjCNEn_6Qwx7EPcg22EASmV1M-_Ohnow&bvm=bv.56643336,d.cWc).

Enfim, tenho buscado essa reflexão, pois desde pequeno, quando comecei a entender que era gay, pensava que queria ser apenas um homem, que gostava de outro homem, e que teria uma família composta por dois homens, masculinos, com roupas, jeitos e trejeitos de homem, como na música do Renato Russo: “O Mundo Anda Tão Complicado”… Acho que ele já fazia essa reflexão…. (https://www.google.com.br/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=2&cad=rja&ved=0CDQQtwIwAQ&url=http%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fwatch%3Fv%3DXG9wIKAiJ_Q&ei=OjGNUrDSDeWvsQTb3ID4Bg&usg=AFQjCNEjWv7qxHzp8jrW2-5EPLf7a0gN_A&bvm=bv.56643336,d.cWc)

Bem, como disse, esse é o meu muro das lamentações!

Um abraço,

Jr.

Justificando o sumiço

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Olá pessoal,

Estou aqui para justificar o sumiço.

Bem, acabei de responder a um comentário que me motivou a, finalmente, escrever no blog. Já vinha pensando que deveria vir aqui há um tempo, mas sempre correndo, com sono, deixava para o final de semana, depois vinham outras coisas e tudo foi ficando para depois. Normal! Essa é a natureza do ser humano: procrastinar.

Mas, bem, eu ando sumido por alguns motivos que vou listar aleatoriamente, sem me preocupar com ordem de importância:

1- Desmotivação. Tenho me sentido sozinho nos posts, porque não tenho retorno se o que escrevo é útil. Gostaria que houvesse mais troca.

2- Criei o blog para fazer um desabafo. Mas, parece que após os primeiros posts, isso se esgotou e eu já não mais preciso escrever.

3- Não to aqui para levantar bandeira, nem fazer juizo de valor. Andei olhando outros blogs e vi um ativismo que não me cabe.

4- Não sou criativo com cores, fotos, vídeos, lay out, etc. Não tenho paciência de pegar video do you tube para insertar aqui.

5- Falta de tempo. To trabalhando, estudando malhando, nadando. Chego em casa na hora de ir para cama, quebrado de sono, e não tenho pensado em outra coisa, senão dormir.

Bem, já to com sono. Acho que vou parar por aqui e postar isso..

 

Um abraço a todos!

Pai, eu sou gay

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Mais um posto do MVG.

Tenho passado a admirar muito a fomra de escrever desse cara! O jogo de palavras, e a inteligência, musturada à clareza de pensamento, me encantam em seus textos!

Até fiquei motivado a pensar que poderia escrever sobre a minha relação com meu pai. Mas, acho que preciso elaborar melhor as ideias antes de escrever.

Enquanto isso, fiquem com esse post e o anterior, com a matéria do Mundo Mais.

Feliz dia dos pais a todos: aos que tem pai, e aos que são pais!

Minha Vida Gay

Não é regra mas boa parte dos gays costumam ter maiores dificuldades de relacionamento ou um distanciamento do pai, a figura masculina da família. Por que será que essa ocorrência é mais comum entre os homossexuais?

Os motivos são diversos e, no meu ponto de vista, raras são as vezes que o pai tem uma responsabilidade direta. Acontece que nesses casos, quando filho e pai têm mais distanciamento um do outro, existe uma outra relação que se já se estabeleceu desde o princípio: o tipo de envolvimento entre mãe e filho que – normalmente – se forma muito antes da criança ter uma consciência, assim como acontece com o pai. Em outras palavras, é comum que níveis de complexo de édipo se estabeleçam em algumas relações entre mãe, filho e pai e que, por consequência ou não dessa relação, alguns filhos orientem-se pela homossexualidade.

É importante reforçar: isso não é…

Ver o post original 836 mais palavras

Pai X Gay

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Pai X Gay

Mais um link do site: Mundo Mais!

Interessante ver essas experiências! Nos preocupamos com a nossa própria aceitação. Ou a aceitação dos nossos pais. Mas, e a aceitação, caso os gays sejam nossos pais? 

Estranho pensar nisso. E, talvez, seja possível compreender o que passa na cabeça deles, se conseguirmos nos colocar no lugar deles.

Boa reflexão para o dia dos pais!

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